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domingo, 10 de janeiro de 2010

Papa explica a verdadeira responsabilidade ecológica



ROMA, quarta-feira, 6 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Uma educação voltada para uma “ampla e aprofundada responsabilidade ecológica” baseia-se no “respeito ao homem e a seus direitos e deveres fundamentais”. Assim o Papa retomou a questão do respeito à criação, segundo ele essencial para a paz, em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz, em primeiro de janeiro.


Trata-se de uma homilia muito importante, porque o Papa explicita de maneira muito clara as bases que devem fundamentar a ecologia humana.


“Não é possível” – diz o Papa – “nutrir um respeito verdadeiro pelo meio ambiente sem que saibamos reconhecer no cosmos os reflexos da face invisível do Criador”.


O mistério da face de Deus e do homem é o horizonte no qual o Papa aborda a questão ambiental. “O homem é capaz de respeitar as criaturas – afirma bento XVI – na medida em que porta em seu próprio espírito um sentimento pleno de vida, caso contrário será levado a desprezar a si mesmo e tudo aquilo que o rodeia, a não ter respeito pelo ambiente em que vive ou pela criação”.


Há, assim, uma relação estreita entre o respeito ao homem e a proteção ao meio ambiente: “se o homem se degrada, degrada-se o ambiente em que vive; se a cultura se volta em direção ao niilismo, ainda que não teórico mas prático, a natureza pagará as conseqüências”.


Paradoxalmente, portanto, para atingir o âmago dos problemas ambientais, é preciso ter em mente que sua solução não passa por uma leitura aprofundada destes problemas, mas sim pelo aprofundamento da questão humana, do valor que cada um de nós dá à vida. E mais: pelo reconhecimento de que Deus habita nossos corações, para usar uma expressão do Papa. “Quanto mais somos habitados por Deus, e quanto mais formos sensíveis também à Sua presença naquilo que nos rodeia: em todas as criaturas, em especial nos demais homens”.


O homem é único, dentre todas as criaturas, por ser capaz de tal perspectiva e de tal reflexão.


Por isso, a maneira pela qual a Igreja aborda os problemas ambientais é radicalmente diferente, até mesmo oposta, a dos movimentos ambientalistas: "Se o Magistério da Igreja - escreve o Papa em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz – exprime perplexidade diante de uma concepção de ambiente inspirada pelo ecocentrismo e pelo biocentrismo, é porque tal concepção elimina a diferença ontológica e axiológica entre a pessoa humana e os demais seres vivos. Desse modo, elimina-se de fato a identidade e o papel especiais do homem, favorecendo uma visão igualitarista da “dignidade” de todos os seres vivos. Dá-se espaço, assim, a um novo panteísmo, com características neopagãs, que pretende derivar, da natureza por si mesma, entendida no sentido puramente naturalístico, a salvação do homem”.


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Fonte Atanasiano: Em sua mensagem, Sua Santidade, o Papa Bento XVI, com certeza supreendeu a muitos: tanto a uma grande quantidade de ambientalistas quanto a uma igual proporção de católicos. Aos ambientalistas, por propor o respeito ao embiente como consequência do respeito ao homem, e descartar a igualdade entre o ser humano e as demais criaturas; a alguns católicos, por não se esquivar da questão, que para alguns a simples menção do problema ambiental já é vista quase que como uma grande heresia, como se todo ambientalista necessariamente pensasse como os que Bento XVI rechaçou. O Papa demonstra, assim, com grande sabedoria, o equilíbrio que devemos ter ao tratar da questão ambiental, equilíbrio este, aliás, necessário em todas as outras questões que nos são colocadas todos os dias.

Paz e bem!
Maria Cunha

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010


Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus - Dia Mundial da Paz -Primeiro dia do ano civil.
Neste dia, a liturgia coloca-nos diante de evocações diversas, ainda que todas importantes. Celebra-se, em primeiro lugar, a Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus: somos convidados a contemplar a figura de Maria, aquela mulher que, com o seu “sim” ao projecto de Deus, nos ofereceu Jesus, o nosso libertador. Celebra-se, em segundo lugar, o Dia Mundial da Paz: em 1968, o Papa Paulo VI propôs aos homens de boa vontade que, neste dia, se rezasse pela paz no mundo. Celebra-se, finalmente, o primeiro dia do ano civil: é o início de uma caminhada percorrida de mãos dadas com esse Deus que nos ama, que em cada dia nos cumula da sua bênção e nos oferece a vida em plenitude.

As leituras que hoje nos são propostas exploram, portanto, estas diversas coordenadas. Elas evocam esta multiplicidade de temas e de celebrações.
Na primeira leitura,(Nm 6,22-27) sublinha-se a dimensão da presença contínua de Deus na nossa caminhada e recorda-se que a sua bênção nos proporciona a vida em plenitude.
Na segunda leitura, (Gl 4, 4-7) a liturgia evoca, outra vez, o amor de Deus, que enviou o seu Filho ao encontro dos homens para os libertar da escravidão da Lei e para os tornar seus “filhos”. É nessa situação privilegiada de “filhos” livres e amados que podemos dirigir-nos a Deus e chamar-lhe “abbá” (“papá”).

No Evangelho de hoje segundo S. Lucas 2,16-21.Lemos o seguinte:

Foram apressadamente e encontraram Maria, José e o menino deitado na manjedoura. Depois de terem visto, começaram a divulgar o que lhes tinham dito a respeito daquele menino. Todos os que ouviram se admiravam do que lhes diziam os pastores. Quanto a Maria, conservava todas estas coisas, ponderando-as no seu coração. E os pastores voltaram, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, conforme lhes fora anunciado. Quando se completaram os oito dias, para a circuncisão do menino, deram-lhe o nome de Jesus indicado pelo anjo antes de ter sido concebido no seio materno.

O Evangelho mostra como a chegada do projecto libertador de Deus (que se tornou realidade plena no nosso mundo através de Jesus) provoca alegria e felicidade naqueles que não têm outra possibilidade de acesso à salvação: os pobres e os marginalizados. Convida-nos também a louvar a Deus pelo seu amor e a testemunhar o desígnio libertador de Deus no meio dos homens.
Maria, a mulher que proporcionou o nosso encontro com Jesus, é o modelo do crente que é sensível aos projectos de Deus, que sabe ler os seus sinais na história, que aceita acolher a proposta de Deus no coração e que colabora com Deus na concretização do projecto divino de salvação para o mundo.
Comentário ao Evangelho do dia feito por :

João Paulo II, Papa entre 1978 e 2005
Homilia de 01/01/02 (© copyright Libreria Editrice Vaticana)
Mãe de Deus, Mãe do Príncipe da Paz

«Salve Santa Mãe santa, que destes à luz o Rei do céu e da terra» (antífona de entrada). Hoje, oitavo dia depois do Natal e primeiro dia do ano, a Igreja dirige-se com esta antiga saudação à Santíssima Virgem Maria, invocando-a enquanto Mãe de Deus. O Filho eterno do Pai tomou n'Ela a nossa carne e tornou-se, através d'Ela «filho de David, filho de Abraão» (Mt 1, 1). Maria é, portanto, a verdadeira Mãe, a Theotokos, a Mãe de Deus! Se Jesus é a Vida, Maria é a Mãe da Vida. Se Jesus é a Esperança, Maria é a Mãe da Esperança. Se Jesus é a Paz, Maria é a Mãe da Paz, a Mãe do Príncipe da Paz. Entrando no novo ano, pedimos a esta Mãe santa que nos abençoe. Peçamos-lhe que nos dê Jesus, a nossa bênção completa, com a qual o Pai abençoou a história de uma vez por todas, fazendo com que se tornasse uma história de salvação. [...] O Menino nascido em Belém é a Palavra eterna do Pai feita carne para nossa Salvação: é «Deus connosco» que traz conSigo o segredo da verdadeira paz. Ele é o Príncipe da Paz (Is 7, 14; 9, 5). [...]

«Salve, Santa Mãe!» [...] O Menino que apertas contra o peito tem um nome querido aos povos da religião bíblica: «Jesus», que significa «Deus salva». Assim Lhe chamava o arcanjo, antes mesmo de que Ele fosse concebido no teu seio (Lc 2, 21). Na face do Messias recém-nascido reconhecemos a face de cada um dos teus filhos ultrajados e explorados. Reconhecemos em especial a face das crianças, seja qual for a sua raça, o país ou a cultura a que pertençam. Para elas, ó Maria, pelo futuro delas, te pedimos que enterneças os corações endurecidos pelo ódio, a fim de que se abram ao amor e de que a vingança ceda finalmente o lugar ao perdão. Ó Mãe, alcança-nos que a verdade desta afirmação – não há paz sem haver justiça e não há justiça sem haver perdão – se imprima no coração de todos. A família humana poderá assim reencontrar a paz verdadeira, que nasce do encontro entre a justiça e a misericórdia. Mãe santa, Mãe do Príncipe da Paz, ajuda-nos! Mãe da humanidade e Rainha da Paz, ora por nós!

Paz e Bem
Maria Cunha

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Feliz Natal com Jesus!!!


É Natal. Só é Natal porque há 2009 anos Jesus nasce no coração daqueles que o recebe! Este ato é lembrado em todo o mundo e representa um marco histórico – A.C e D.C. Ele é o centro desta festa. Nao é possivel ter um Feliz Natal, se não for com Jesus. A festa é dele! É com Jesus que você pode se unir ao coro dos Anjos e cantar: "Gloria a Deus nas Alturas e paz na terra aos homens de boa vontade."Receba Jesus no seu coração,ornamente a sua vida com Ele. Caminhe com o Senhor, na certeza de que Ele está caminhando convosco. É preciso proclamar: que o Natal é de Jesus. E, esta verdade não pode ser sufocada pelas compras, pelo indiferentismo ou por qualquer outra coisa que tente esconder Deus dos nossos olhos e do nosso coração. Vamos nos unir por meio da fé e da criatividade, semeando esta boa idéia e divulgando esta Boa Nova "Jesus" que veio para ficar no meio de nós. Faça uso de todos os meios de comunicação que você tiver acesso, para fazer ecoar esta mensagem de Natal com Jesus! E assim, você sua familia, seus vizinhos, e o mundo será mais feliz e cada um que testemunhar esta verdade, se sentirá mais realizado, e forte para um Ano Novo que se aproxima…

Paz e bem!!!
Maria Cunha.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Quem são os profetas dos nossos dias?



Quem são os profetas dos nossos dias?

Segundo as Escrituras Hebraicas os profetas são pessoas como nós porém…

· Que tem vistas largas
· Que tem um relacionamento forte com Deus
· Que identificou claramente a sua Vocação e a sua Missão
· Que experiencia uma conversão
· Que age com coragem por se sentir "seduzido" por Deus.

A seguir alguns profetas do contexto histórico actual que passaram por experiências semelhantes.

O Martírio Social dos Nossos Dias

O martírio voltou a fazer parte da vida da Igreja de hoje com repetições impressionantes. Se o Evangelho for vivido a sério, ele trará consigo a opressão. São Paulo avisa-nos sobre poderes e principados em actuação neste mundo e na sua história. Quem trabalha para o Reino de Deus encontrará oposição e até a morte. A nossa história recente registou exemplos de vidas que foram entregues para bem dos pobres e dos rejeitados, vidas de profetas e mártires do Reino de Deus.

As estatísticas que são publicadas todos os anos pela Santa Sé indicam o número daqueles que de facto deram a vida a serviço da missão da Igreja. Muitos outros há que sofreram dificuldades extremas por amor das suas crenças. O martírio dá-nos uma indicação do grau de oposição que existe no mundo à mensagem cristã. Na verdade, ele representa o cumprimento da promessa feita por Cristo aos seus discípulos, e o cumprimento das bem-aventuranças. É claro que a natureza do martírio mudou. Já se não pode dizer que os cristãos de hoje são mortos por acreditarem nesta ou naquela verdade da fé católica. Há um maior número de mártires hoje por causa da sua fidelidade à missão de amor que lhes foi confiada. Neste sentido, eles são "mártires sociais", mártires que morrem por causa da sua postura a favor da justiça e do amor (28).

O Bispo Dien (do Vietname) é citado muitas vezes por causa da declaração profética que fez no Concílio Vaticano II, ao dizer "Nós temos muitos mártires, sim; mas teremos mártires da Justiça?"

Segue-se uma breve reportagem de alguns profetas contemporâneos (profetas de justiça social e de eco-justiça):

· Que mensagem te trazem?

· De que maneira te motivam a aprofundar o teu compromisso profético com a JPIC no contexto específico em que vives?


PROFETAS CONTEMPORÂNEOS

O Arcebispo Óscar Romero (29)

Óscar Romero nasceu em El Salvador em 1917 e foi ordenado sacerdote em 1942. Foi consagrado bispo em 1970 e tornou-se Arcebispo de San Salvador em 1977. Num primeiro tempo, Dom Óscar Romero foi fortemente conservador, uma pessoa introvertida e pouco aberta às aspirações do seu povo. Mas esta situação viria a alterar-se radicalmente com o suceder-se de vários acontecimentos. A sua vida ficou virada ao contrário quando o seu amigo, o Padre Rutilio Grande foi assassinado, um de entre vários sacerdotes trucidados. Este acontecimento veio acordá-lo para a gravidade da situação de injustiça e violência que se vivia e foi o estopim que veio revolucionar a sua vida.

A partir daquele momento, Dom Romero organizou a vida da sua diocese à volta da doutrina de João Paulo II, que ia falando da opção preferencial pelos pobres, que foi uma das prioridades da evangelização avançadas durante várias Conferências como Puebla e Medellín. Começou a prestar atenção ao tipo de experiência de fé que os pobres e os mais pequenos da sua diocese desejavam. Também se tornou um firme defensor das comunidades eclesiais de base - o único bispo daquele país a acreditar nelas.

O seu apurado senso de evangelização levou-o a encontrar maneiras de inculturar o cristianismo na realidade social do seu país, um país subjugado pela pobreza, pela ditadura e pela violência dos ricos. Os seus sermões eram transmitidos por todo o país via rádio. Também tinha outro programa em que dava conta da situação à medida que ia sendo sentida pelo povo e pela Igreja local. Sempre que pregava, usava palavras duras contra a violência e as injustiças de que o seu povo era vítima. A sua postura radical estava firmemente enraizada no Evangelho e na dignidade da pessoa.

"A Igreja afirma e defende a verdade eterna revelada por Deus, segundo a qual o homem e a mulher são imagens de Deus e que, por causa da obra redentora de Jesus Cristo, foram libertados da escravatura do pecado e receberam a dignidade de Filhos de Deus, ficando livres para escolher o seu destino e participar, para sempre, na glória de Deus. Esta é a verdade daqueles que defendem a Igreja, independentemente dos sistemas ou das realidades políticas" (1.1.1980).

Dom Óscar Romero sempre procurou contextuar o cristianismo na realidade política por forma a poder falar contra a corrupção, a falta de democracia, as violações dos direitos humanos e para admoestar os cristãos contra o perigo de misturar Evangelho e política com demasiada facilidade, especialmente no caso de grupos que se serviam da violência. O Evangelho tem certamente uma dimensão política, mas também ordena alguns comportamentos específicos.

"…É por isso que nós devemos assegurar o processo de libertação do nosso país. A Igreja não nos abandonará; ela continuará a viajar connosco mas com a voz do Evangelho, que é a da transcendência de Cristo. Ela continuará a exigir que cada uma das pessoas envolvidas na luta pela libertação ponha a sua confiança em Jesus Cristo, o maior libertador de todos e nunca O perca de vista, se houverem de ser fortes e eficazes" (1980).

O Bispo foi inabalável na sua oposição à violência imposta pelos donos do poder (os políticos, os fazendeiros ricos, os militares, a polícia nacional), tal como à violência dos revolucionários militantes que diziam estar a agir em nome da justiça. Dom Óscar Romero bem sabia que estava a caminhar à beira do precipício, mas decidiu continuar, convencido como estava de que o Evangelho não era apenas a fonte da justiça social, mas também a fonte da paz.


"O não à violência foi o seu único grito (e também da Igreja) sempre que alguém levantava a mão contra outro ser humano, fosse quem fosse. A violência é um pecado que conspurca o mundo. Este grito de denúncia e de resistência nunca incendiou os ânimos na violência e no ódio dentro a Igreja…Pelo contrário, a voz da Igreja sempre promoveu a fraternidade fundada na fé e na verdade revelada por Deus, como fonte de inspiração da doutrina social" (1978).

Acabou por receber inúmeras ameaças de morte, tendo sido assassinado a 24 de Maio de 1980, enquanto presidia à celebração da Eucaristia.


Dorothy Day (30)

Dorothy Day nasceu em 1897, numa família de jornalistas. Assim, juntou-se a seu pai e aos seus irmãos na mesma profissão. Antes de se converter à fé católica, já escrevera artigos de justiça social para vários periódicos seculares. Também participou no movimento anti-guerra (Primeira Grande Guerra Mundial); defendeu os direitos eleitorais das mulheres, e escreveu sobre pessoas que sofriam a pobreza.

Durante os anos 30, o jornal Catholic Worker (O Operário Católico - que foi fundado por ela e por Peter Maurin) deu a muitos jovens católicos, então oprimidos pela Depressão, a oportunidade de servirem os outros. Viviam em pobreza voluntária e promoviam a justiça racial e social. Logo após o bombardeamento atómico do Japão, Dorothy condenou essa acção num artigo veemente. Durante os anos 50, o Catholic Worker continuou a avisar a humanidade do perigo nuclear que o mundo enfrentava, convidando ao jejum e ao protesto.

No decurso do Concílio Vaticano II, Dorothy Day participou num jejum de dez dias dum grupo internacional de mulheres. O seu objectivo era pedir aos bispos de todo o mundo que condenassem as guerras de destruição maciça. Nos últimos anos de vida, ainda marchou com Cesar Chavez e com os United Farm Workers (Associação dos Trabalhadores Rurais). O Catholic Worker continuou a escrever sobre o sofrimento dos povos da América Central. Foi condecorada com a Laetre Medal pela Universidade de Notre Dame em 1975.

A Dorothy viria a falecer em 1975; desde então, o Catholic Worker Mvement (Movimento dos Operários Católicos) tem continuado a crescer. O seu espírito e o seu zelo pela justiça social continuam presentes no meio dos Operários Católicos. Neste ano de 1997, foram programados encontros de nível nacional para comemorar o seu centésimo aniversário natalício.

Mahatma Gandhi (31)

Mohandas Karamchand Gandhi nasceu a 2 de Outubro de 1869, na costa ocidental da Índia.


Pertencia a uma casta de comerciantes, embora alguns membros da sua família estivessem na política. Foi educado na tradição hindú. Casou-se aos doze anos e, passados cinco anos, foi estudar direito na Inglaterra. Em 1891, estabeleceu gabinete jurídico em Bombaim e, em 1893 emigrou para a África do Sul, onde viveu até 1914. Em 1894, fundou o Indian Congress of Natal (Associação Índia do Natal) no intuito de defender as pessoas Índias humilhadas e marginalizadas que viviam na África do Sul.

Foi durante este período que Mohandas se dedicou ao estudo do Bhagavad Ghita e do Evangelho (especialmente o Sermão da Montanha) e se tornou um perito no princípio da não violência enquanto processo religioso e político. Serviu-se de estratégias não violentas para defender os seus direitos já em 1906.

O discernimento espiritual de Gandhi levou-o a uma vida de não violência e de serviço dos membros humildes da sociedade. Não fazia distinção entre as dimensões espiritual e social da vida; e ao actuar assim, fez um compromisso firme com o avanço da Justiça e da Paz.

A não violência que ele praticou, conhecida pelo nome de "técnica do satyagraha", não
consiste no pacifismo ou num estado de resignação passiva face ao inimigo. Aquela técnica consiste em adoptar uma atitude activa de amor, de resistência às situações de injustiça, de oposição ao mal, de desobediência a leis injustas mas de modo não violento. O "satyagraha" requer grande coragem interior, porque a pessoa deve ter todo o cuidado em não cair na ratoeira da vingança e do ciclo da violência.

Em 1914, ele voltou à Índia depois de ter lutado pelos seus princípios na África do Sul.

Gandhi estava convencido de que tinha uma missão a cumprir: espalhar a verdade e a não violência pelo mundo todo como método do contra-ataque à violência e à mentira.

Ao voltar, comprometeu-se a lutar contra o imperialismo britânico, por forma a alcançar a independência política e espiritual do seu país. Em 1915, fundou o seu primeiro "ashram" e começou a viajar pelo país para sensibilizar o povo, especialmente os pobres, sabendo que fonte de coragem eles eram para a Índia. Gandhi começou por organizar campanhas de desobediência civil a leis injustas que tinham sido promulgadas pelos ingleses, seguidas de campanhas de cooperação. Todas estas acções não violentas tiveram o mérito de desestabilizar a economia e a administração colonial. As suas campanhas mais famosas foram: a "campanha do sal" contra o monopólio inglês, e a "campanha dos têxteis" contra a importação de têxteis do estrangeiro. Nesta última, Gandhi tornou-se o apóstolo dos "khadi", as fábricas de fiação do algodão que era produzido na Índia.

Gandhi participou activamente nas negociações que haveriam de dar à Índia uma constituição mais favorável que, mais tarde, levaria à independência daquele país em 1946. Ele nunca hesitou em arriscar a vida, jejuando quase até à beira da morte. Na sua luta pela independência, ele sofreu inúmeras incompreensões por obra dos líderes políticos que não tinham a coragem de o ignorar; precisavam dele por causa da sua enorme popularidade junto dos pobres, embora tivessem recorrido à violência.

Tenha sempre bons pensamentos, porque os seus pensamentos se transformam em suas palavras!
Tenha boas palavras, porque as suas palavras se transformam em suas ações!
Tenha boas ações, porque as suas ações se transformam em seus hábitos!
Tenha bons hábitos, porque os seus hábitos se transformam em seus valores!
Tenha bons valores, porque os seu valores se transformam no seu próprio destino!

(Mahatma Ghandi)


A Irmã Rani Maria (32)

A Irmã Rani Maria nasceu a 29 de Janeiro de 1954 em Kerala, Índia. Recebeu uma educação cristã que se tornou a base da sua vida e do seu trabalho até à hora da morte. Logo desde tenra idade manifestou grande preocupação pelos pobres e pelos oprimidos. Em 1974, entrou na congregação das Franciscanas Clarissas.

Onde quer que fosse enviada, ela ajudava as pessoas a reflectirem sobre os seus problemas e a reagir de forma adequada. Este método levou as comunidades das aldeias a envolverem-se em actividades de desenvolvimento: organizar escolas informais, construir casas de preço acessível, fornecer água potável, controlar os sistemas públicos de distribuição, introduzir indústrias de pequeno porte, dar aulas de alfabetização a jovens que tinham abandonado a escola, a mulheres e a pessoas idosas. Em tudo isto, a Irmã sempre fez questão que as iniciativas fossem movimentos populares de desenvolvimento, agindo sempre apenas como "humilde catalítico".

Por ter estudado sociologia, ela tinha uma noção profunda da situação social e do fundo cultural das pessoas. Desta forma, a sua dedicação, o seu zelo e o seu interesse iam de mãos dadas com uma abordagem sistemática do desenvolvimento humano. Costumava dar aulas de consciência social, e criou vários programas para levar o povo à conscientização e ao senso de pertença. A sua dedicação social foi muito para além do simples fornecimento de instalações ou de serviços de socorro. O seu objectivo era transformar as pessoas divididas e alquebradas em "imagens de Deus". O seu amor e a sua compaixão encontrou saídas inimagináveis, na acção social e em serviços à comunidade.

A Irmã Rani Maria foi depois enviada para Udainagar, diocese de Indore, em 1992. Eis alguns exemplos de como ali deu ao povo o senso de pertença:
· Criou "Seva Samities" em várias aldeias - um plano de poupança para garantir aos agricultores a compra de sementes e adubos a juros muito baixos. O resultado foi a sua libertação da dependência dos agiotas.
· Organizou grupos de mulheres, levando-as à consciência das suas capacidades, direitos e responsabilidades, mediante programas de educação de adultos. Hoje, estas mulheres estão envolvidas em várias actividades de desenvolvimento que compreendem pequenas indústrias de família, educação sanitária, etc.
· Fortaleceu as "Panchayats" ou comissões de aldeia, alertando-as para os seus direitos e responsabilidades e assistindo-as na planificação de programas de desenvolvimento sustentado.
· Criou Comissões de Protecção à Floresta, de que se serviu para conscientizar os habitantes das aldeias da importância da protecção à floresta. Tais Comissões tiveram o apoio do Departamento Florestal.

A conscientização do senso de pertença dos pobres despertou a oposição dos que tinham interesses adquiridos, tais como os agiotas, as pessoas envolvidas na destruição ilegal das florestas, e líderes que queriam servir-se das Panchayats para fins pessoais. Por várias vezes fizeram protestos contra as suas actividades, mas ela continuou imperturbável perante a sua oposição e ameaças, inspirada no trecho de São Lucas 4, 18: "O Espírito do Senhor está sobre mim porque me escolheu para levar boas notícias aos pobres…e a proclamar a libertação dos oprimidos…"

A 25 de Fevereiro de 1995, ela foi barbaramente assassinada em plena luz do dia, tendo sido arrancada do autocarro em que viajava.

No seu funeral, a liderança local prestou-lhe honras com as seguintes palavras: "A Irmã Rani Maria não está morta: ninguém pode matá-la. Ela será sempre uma inspiração para nós no futuro".

Joseph Au Gi-Fu

Joseph nasceu em Macau em 1941. Foi para Taiwan aos 19 anos e formou-se em Engenharia Química. Foi depois para a Suíça, onde passou 8 anos a estudar e a trabalhar, diplomando-se como Engenheiro Químico Nacional da Suíça. Por esta altura foi convidado a voltar a Taiwan para trabalhar como director do departamento de investigação numa das maiores indústrias de plástico do país. Teve grande êxito profissional; tornou-se um empresário abastado e era muito admirado pelos seus colegas. Mesmo assim, foi um católico profundamente envolvido. Depois de cerca de vinte anos de êxito na sua carreira, começou a questionar o sistema de valores deste estilo de vida. Tornou-se cada vez mais consciente das injustiças e da violência que se praticavam contra a humanidade e contra o ambiente em nome do progresso e do desenvolvimento. Em 1984, renunciou ao emprego. À procura dum significado mais profundo para a sua vida, foi estudar teologia e viajou por diversos países para falar com gente que tinha as mesmas incertezas e a mesma dedicação. Há nove anos, voltou a Taiwan e começou a viver um estilo de vida alternativo que descreve da seguinte maneira:

· Uma vida simples: num ambiente rural, deixando de lado o conforto e as conveniências da vida urbana, resistindo ao desejo da riqueza e da fama, vestindo roupas simples e utilizando muito poucos utensílios eléctricos modernos. Nada de objectos descartáveis ou embalagens desnecessárias. Também nada de confecções ou enlatados - com opção feita por uma dieta vegetariana. Uso muito cuidadoso da água. Os cozinhados fazem-se a lenha.

· Uma vida natural: viver em harmonia com a natureza e ser amigo de todas as criaturas de Deus. Amar a terra significa protegê-la da poluição e da destruição. Não há produção de lixo: todos os resíduos são classificados, reutilizados e reciclados. Não se usa nenhum detergente químico, nenhum pesticida, nem adubo. Evitam-se os produtos plásticos. A água vem duma nascente próxima (e não de torneiras), tudo como parte da opção feita por um estilo de vida alternativo.

· A vida espiritual: combinação de modos de oração e meditação - orientais e ocidentais. Leitura da Bíblia, yoga e contemplação, todos os dias.

Há partilha e faz-se oração de grupo com as visitas. É um estilo de vida que integra natureza e presença de Deus. Pratica-se o amor mútuo e a mútua assistência com todas as pessoas de boa vontade, sejam quais forem a religião, o género, a nacionalidade e a raça, com especial preferência pelos fracos e os incapacitados, por aqueles que sofrem espiritualmente e por aqueles que não têm quem os ajude.

Eis um trecho tirado dos seus escritos:

"Os que vêm a Yenliao (o nome da aldeia) ficam admirados por me verem aqui, a viver este tipo de vida simples. As muitas perguntas que me fazem obrigam-me a reflectir a fundo e funcionam como um verdadeiro teste à minha determinação. Eles procuram imaginar que é que me fez mudar tão radicalmente ao renunciar à vida urbana e à carreira de prestígio que eu tinha, e respectivos salários tão compensadores. Para admiração minha, são mesmo os meus amigos mais íntimos que manifestam dúvida sobre a minha forma simples de viver. Eles interrogam-me com curiosidade, tentando imaginar que é que me terá trazido a esta opção: terão sido frustrações, dificuldades, desilusões? Eles pensam que eu estou a desperdiçar os meus talentos num lugar tão abandonado. Acham que eu estou a "fugir" ao mundo, alguém que se recusa a dar o seu contributo à sociedade.

"Se eu tivesse continuado na minha ocupação anterior, que é que eu teria alcançado até aqui? Ao máximo, eu teria podido fazer alguma investigação para criar novos produtos ou, então, ter ajudado estudantes a adquirir conhecimentos. Produtos novos não podem mudar o coração duma pessoa, e nem sequer o pode o saber. Para mais, já há muitos peritos e cientistas no mundo que podem oferecer a sua perícia na área das suas especializações. Por outro lado, as pessoas que se querem dedicar a uma vida simples face a uma mudança de atitude são muito poucas…

"O crescimento económico tem sido muito desequilibrado: as pessoas que têm enriquecido não se têm tornado mais cultas nem têm adquirido valores espirituais. Para muitos, progresso significa crescimento económico, maiores lucros, novos produtos industriais…Viver uma vida simples é sinónimo de retrocesso, atraso. Mas que é realmente o progresso? O verdadeiro progresso não se pode medir apenas em termos económicos, tecnológicos, ou de novos produtos. É mais importante olhar para o crescimento da vida espiritual das pessoas. O progresso humano precisa de ser julgado em termos da qualidade da vida: se há ou não mais harmonia, mais interesse mútuo, mais amor entre as pessoas. É o amor que é o critério autêntico do progresso. O avanço tecnológico não pode ser o critério do progresso humano; pelo contrário, ele tornou-se o factor central da nossa autodestruição. Não estou a negar o contributo da ciência e da tecnologia que nos traz benefícios a todos. Por outro lado, é preciso perguntarmo-nos se o crescimento económico traz felicidade e bem estar a todos os povos: aos ricos e aos pobres, aos países desenvolvidos e aos subdesenvolvidos, às gerações presentes e às futuras…Importa levar em consideração não apenas os seres humanos, mas também o ambiente e a natureza, incluindo as plantas, os animais, o ar, os rios, os oceanos, as montanhas e o solo.

"Não é fácil libertar-se dos desejos vorazes e hedonísticos do coração humano para os substituir com o desapego e o autocontrole. Para fazer uma mudança deste tipo é precisa a ajuda da educação do coração e o cultivo dos valores religiosos. Aquilo que aprendemos da experiência da vida é que nos dá a verdadeira sabedoria…

"Pela minha parte, tenho andado a viver este estilo de vida há oito anos. Cada dia que passa, eu sinto-me mais livre, mais calmo e mais feliz neste estilo de vida simples. Eu não o vou avaliar pela sua eficácia. Embora ainda não tenha ouvido Deus a falar-me, eu tenho experiência da sua presença dentro de mim. A minha esperança é que as pessoas consigam mudar a sua vida, as suas atitudes, o seu sistema de valores e visão da vida - que resultem numa mudança de relacionamento entre os seres humanos, entre os seres humanos e a natureza, entre os seres humanos e Deus.

"Tudo isto deve derivar do AMOR, do amor a si mesmo, do amor ao próximo, do amor ao mundo todo. Só o AMOR pode levar as pessoas a viverem um estilo de vida simples de boamente. Quando todos viverem desta maneira, haverá PAZ no mundo. A caminhada é longa. Talvez nós não cheguemos a ver esse dia chegar; no entanto, é convicção minha de que é este o único caminho para a paz mundial. Então, vamos começar a andar...".

A Professora Wangari Maathai

Ser profético a valer exige uma convicção firme e uma dedicação corajosa face à oposição e às ameaças. No Quénia, chamam à Professora Wangari Matthai a leoa das mulheres por causa da sua obra corajosa em prol do ambiente e da justiça para o seu povo.

Ela é a fundadora do já famoso Greenbelt Movement (Movimento da Cintura Verde), cujo nascimento remonta a 1971, e conta agora mais de 50.000 membros e vários viveiros de plantas ornamentais. Esta organização, além de ter plantado 7 milhões de árvores por todo o Quénia, tem feito campanhas de sucesso a favor dos direitos dos habitantes urbanos ao lazer, tem protestado contra a poluição química e contra a construção de habitações fracas para os pobres.

Esta leoa das mulheres é uma pessoa "populista" que não tem medo dos políticos patriarcalistas do Quénia. Não tem medo de desafiar o Senhor Moi e o seu governo quando se trata de proteger a terra e melhorar a qualidade de vida para todos. Marcada com o rótulo de "subversiva" pelo governo, ela entrou para a arena política como membro do Forum para a Restauração da Democracia (FORD). Ao trabalhar pela libertação de presos; ao participar em greves de fome, marchas de protesto e grupos de pressão, ela tem sido acusada de transgressões, publicamente vexada pelos políticos e tem sido vítima das maiores calúnias.

Mas a falta de bom nome nos círculos políticos não tem impedido a Professora Maathai de alcançar reconhecimento internacional pelo trabalho que faz. Sendo a primeira mulher professora universitária do Quénia, ela chefiou o Departamento de Estudos Veterinários em Nairobi e, em 1984, recebeu a maior honra da Suécia, o prémio "Direito à Subsistência". É membro da comissão de selecção de premiados da UNEP (United Nations Environment Prize - Prémio Ambiental das Nações Unidas) e recebeu o prémio de liderança em agricultura sustentável da África.

Wangari Maathai, à maneira bem profética, lança invectivas contra aqueles que violentam a terra e oprimem os pobres. Só porque alguém é rico, poderoso e proprietário - isso não é título para a destruição do ambiente. Faz-nos recordar o profeta hebraico Amós quando proclamou:
O leão ruge: quem não temerá?
O Senhor Javé fala: quem não profetizará?
…Não sabem agir rectamente - diz o Senhor
Eles que amontoam nos seus palácios (o fruto) das suas violências e dos seus
roubos (Amós, 3: 8,10).

Irmã Helen Prejean

A Irmã Helen Prejean, dos Estados Unidos, cumpre os critérios duma profetisa moderna. Pelo seu trabalho, pelo seu exemplo, pelos seus escritos, pelo seu falar cândido e pela sua convicção religiosa, ela enfrenta o governo americano, principalmente sobre a sua política da pena de morte.

A Irmã Helena é membro das Irmãs de São José, em New Orleans. Ela presta serviço a famílias e a indivíduos que foram afectados pela pena de morte. É uma das vozes mais vigorosas a favor da abolição da pena capital nos Estados Unidos. O seu serviço de conselheira espiritual dos condenados à morte dá testemunho de que toda a vida é sagrada, tanto culpada como inocente. Ela tem-nos mostrado que o amor da reconciliação não conhece fronteiras, ao cuidar também das famílias das vítimas dos próprios condenados à morte. A sua atitude persistente e as suas estórias cheias de sentimento têm conseguido acordar muitos corações adormecidos para a contemplação da horrorosa realidade da pena de morte. A Irmã Helena é absolutamente imparcial na sua postura profética. O seu livro Dead Man Walking (Caminhada do Homem Morto) está agora em filme, aliás de grande êxito. Os muitos prémios que ganhou atraíram um vasto auditório. Desta maneira, a sua postura profética tocou muitos que, de outra maneira, talvez não dessem pelo horror que é o assassínio legal.

N.B. Estes são apenas alguns profetas contemporâneos. Sem dúvida que haverá muitos mais homens e mulheres que poderiam ter sido incluídos nestas páginas. Caso conheça outros exemplos de pessoas que cuja vida poderia constituir uma inspiração para os demais, envie-me para que eu possa publicar aqui.

Paz e Bem!
Maria Cunha

domingo, 25 de outubro de 2009

Terço da Misericórdia - Terço da Libertação - Terço da Providência


Terço da Misericórdia

Pai-Nosso...
Ave-Maria...
Creio...

Nas contas do Pai-Nosso, reza-se:

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro.

Nas contas das Ave-Marias, reza-se:

Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. (10 vezes)

Ao final do terço, reza-se:
Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro.

Pode-se rezar apos a recitação do Terço
Levante-se Deus, por intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, de São Miguel Arcanjo, de todas as milicias celestes e sejam dispersos seus inimigos.
Fujam de sua face todos os que o odeiam, em Nome do Pai e do Filho, e do Espirito Santo, Amem.
*************************************************************************************
Este terço foi ensinado durante uma visão que Irmã Faustina teve em 13 de setembro de 1935:
"Eu vi um anjo, o executor da cólera de Deus... a ponto de atingir a terra ... Eu comecei a implorar intensamente a Deus pelo mundo, com palavras que ouvia interiormente. À medida em que assim rezava, vi que o anjo ficava desamparado, e não mais podia executar a justa punição..."
No dia seguinte, uma voz interior lhe ensinou essa oração nas contas do rosário.
Mais tarde, Jesus disse a Irmã Faustina:
"Pela recitação desse Terço agrada-me dar tudo que Me pedem. Quando o recitarem os pecadores empedernidos, encherei suas almas de paz, e a hora da morte deles será feliz. Escreve isto para as almas atribuladas: Quando a alma vê e reconhece a gravidade dos seus pecados, quando se desvenda diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não desespere, mas se lance com confiança nos braços da minha Misericórdia, como uma criança nos braços da mãe querida. Estas almas têm sobre meu Coração misericordioso um direito de precedência. Dize que nenhuma alma que tenha recorrido a minha Misericórdia se decepcionou nem experimentou vexame..."
"....Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso".

Terço da Libertação

O Terço da Libertação ficou composto da seguinte forma:

Professa-se a fé rezando o Creio.

Coloca-se em oração, na presença do Senhor Jesus a Sua promessa:
"Se o Filho (Jesus Cristo) vos libertar sereis verdadeiramente livres" (Jo 8,36).
Em seguida, a primeira súplica: para o perdão dos pecados:
- Jesus, tende piedade de mim (como o publicano)
Segunda súplica: pedindo a cura (física, interior ou emocional):
- Jesus cura-me (como o leproso).
Terceira súplica: pedindo a salvação:
- Jesus salva-me (como S. Pedro).
Quarta súplica: pedindo a libertação (dos pecados, dos vícios, das forças malignas, etc):
- Jesus liberta-me (em resposta à promessa de Jesus: "Se o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livre").
Por fim recorre-se à intercessão de Nossa Senhora rezando a Salve Rainha e faz-se um louvor espontâneo agradecendo antecipadamente ao Senhor as graças recebidas (isto é tomar posse na fé da graça pedida.)

Este Terço é fácil e podemos rezá-lo em qualquer circunstância e lugar.

É o Poder da Proclamação da Palavra de Deus e do Nome Poderoso de Jesus.

Você pode rezá-lo também por outras pessoas, citando o nome (Ex: “Se Jesus libertar o João, a Tereza…)

Experimente!

Reze assim:

*No início: Creio…

*Nas contas grandes: Se Jesus me libertar serei verdadeiramente livre.

*Nas contas pequenas: Jesus tende piedade de mim, Jesus cura-me, Jesus salva-me, Jesus liberta – me.

* No final: Glória ao Pai…e Salve Rainha

Terço da Providência

(Após fazer a sua oferta, “Abraão chamou a este lugar Javé-yiré, de onde se diz até o dia de hoje: ‘Sobre o monte de Javé-yiré’ “ (Gn 22,14), que quer dizer: Deus proverá.)

No início:

Segurando a cruz, rezar o Credo, depois o Pai-Nosso e as três Ave-Marias
Nas contas grandes reza-se: Mãe da Divina Providência, providenciai!
Nas contas pequenas reza-se: Deus provê, Deus proverá, Sua misericórdia não faltará!

Oração final: Vinde Maria, chegou o momento. Valei-nos agora e em todo o tormento. Mãe da Providência, prestai-nos auxílio no sofrimento da terra e no exílio. Mostrai que sois Mãe de Amor e de Bondade, agora que é grande a necessidade. Amém.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Pe Pio - NOVENA


PRIMEIRO DIA
Amado São Pio de Pietrelcina, você carregou em seu corpo os sinais da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Você levou a Cruz para todo o mundo, enquanto agüentava os sofrimentos físicos e morais que flagelavam sua alma e seu corpo em um martírio contínuo. Nós lhe imploramos, por favor, reze a Deus por nós, assim cada um de nós poderá aceitar as pequenas e as grandes Cruzes da vida, e todo o mundo poderá transformar o sofrimento individual em vínculo seguro que nos liga à Vida Eterna.


"É uma grande vantagem conformar-se aos sofrimentos que Jesus enviará a você. Jesus, que não suporta ver que você sofre, virá socorrê-lo e lhe confortar, enquanto infunde uma coragem nova em sua alma." Padre Pio.


Rezar a Oração do Sagrado Coração de Jesus.
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SEGUNDO DIA
São Pio de Pietrelcina, que está junto de Nosso Deus Jesus, você soube resistir às tentações do malígno. Você sofreu os golpes e a opressão do endiabrado do inferno que quis induzi-lo a abandonar a sua estrada de santidade. Nós lhe imploramos, por favor, reze a Deus por nós, de forma que, com a sua ajuda e com a ajuda de todo o Reino Divino, nós possamos achar a força para abandonar o pecado e perseverar de fato na fé até o dia de nossa morte.


"Coragem e não tema as agressões do Diabo. Lembrem-se disto sempre: ‘É um sinal bom se o inimigo gritar e rogar o seu perjúrio ao seu redor – isto mostra que ele não está dentro de você". Padre Pio.


Rezar a Oração do Sagrado Coração de Jesus.
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TERCEIRO DIA
Virtuosíssimo Padre São Pio de Pietrelcina: você amou muito Nossa Senhora, de quem recebeu, diariamente, graças e consolações. Nós imploramos, por favor, reze à Mãe Santa por nós, enquanto coloca nas mãos dela nossos pecados e nossas orações sem fé, de forma que, como em Caná da Galiléia, o Filho atenda a Mãe e nosso nome seja escrito no Livro da Vida.

"Que Maria seja a estrela que ilumina seu caminho, e que ela lhe mostre o modo seguro para seguir o Pai Celestial. Ela é como uma âncora, na qual vocês têm que se agarrar e conservar-se cada vez mais unidos e firmes nos momentos de tentação". Padre Pio.


Rezar a Oração do Sagrado Coração de Jesus.
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QUARTO DIA
Castíssimo Padre São Pio de Pietrelcina, que tanto amaste e nos ensinaste a amar o Santo Anjo da Guarda, aquele que te serve de companhia, de guia, de defensor e de mensageiro. A ti as figuras angélicas levaram os rogos dos teus filhos espirituais. Intercede a Deus por nós para que também nós aprendamos a falar com nosso Anjo da Guarda, para que a todo momento saibamos obedecê-lo, pois és a luz viva de Deus, que nos livra da desgraça de cair em pecado. Nosso Anjo sempre está pronto a ensinar-nos o caminho do bem e a dissuadir-nos de fazer o mal.


"Invoca o teu Anjo da Guarda, que ele te iluminará e te conduzirá. Deus te deu ele por este motivo. Portanto vale-te dele." Padre Pio.


Rezar a Oração do Sagrado Coração de Jesus.
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QUINTO DIA
Prudentísimo Padre São Pio de Pietrelcina. Tu que tanto amas e nos ensinaste a amar as Almas do Purgatório; por elas que te ofereceste como vitima de expiação, dos pecados delas. Roga a Deus Nosso Senhor, para que ponha em nossos corações sentimentos de compaixão e amor por essas almas. Também nós ajudaremos as Almas do Purgatório e reduziremos seus tempos de desterro e de grande aflição. Conseguiremos para elas, com sacrifícios e orações, o descanso eterno de suas almas, e as Santas Indulgências necessárias para tirá-las do lugar de sofrimento.


"Ó Senhor, Jesus Cristo, suplico-te que derrame sobre mim, todos os castigos que são para os pecadores e as Almas Benditas que estão no Purgatório, multiplica sobre mim os sofrimentos, com os quais convertes e salvas os pecadores, livrando-os e os salvando do tormento do purgatório." Padre Pio.


Rezar a Oração do Sagrado Coração de Jesus.
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SEXTO DIA
Obedientíssimo Padre São Pio de Pietrelcina. Tu que quiseste tão bem aos enfermos, mais que a ti mesmo, porque neles vias Jesus. Tu, que em nome de Deus operaste milagres de curas do corpo, da alma e da mente, no presente, no passado e no futuro das pessoas, devolvendo esperança de vida e renovação de espírito, recuperando a integridade total das pessoas, roga a Deus por todos os enfermos, por intercessão de Maria Santíssima, para que possam experimentar tua forte ajuda, e através da cura do corpo possam encontrar benefícios espirituais e agradecer sempre a Deus.


"Se eu sei que uma pessoa está aflita, seja em sua alma ou em seu corpo, suplicarei a Deus para vê-la livre de seus males. De boa vontade tomaria todos os seus sofrimentos para vê-la salva e cederia os frutos de tais sofrimentos em seu favor." Padre Pio.


Rezar a Oração do Sagrado Coração de Jesus.
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SÉTIMO DIA
Benditíssimo Padre São Pio de Pietrelcina. Tu que tens realizado o projeto de salvação de Deus e tens oferecido teus sofrimentos para desatar os pecadores das redes de Satanás, roga a Deus para que os homens que não crêem tenham uma grande e verdadeira fé e se convertam, arrependendo-se do fundo de seus corações, e que as pessoas com pouca fé melhorem sua vida cristã, e que os homens justos continuem sobre o caminho da salvação.


"Se o pobre mundo pudesse ver a beleza da alma sem pecado, todos os pecadores, todos os incrédulos se converteriam naquele instante." Padre Pio.


Rezar a Oração do Sagrado Coração de Jesus.
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OITAVO DIA
Puríssimo Padre São Pio de Pietrelcina, tu que quiseste muito bem aos teus filhos espirituais. Muitos dos teus filhos tem sido comprados por ti com o preço do teu sangue. Concede-nos também a nós, que não te conhecemos pessoalmente, que sejamos considerados como teus filhos espirituais. Para assim, com tua paternal proteção, com tua santa orientação, com a força que conseguirás para os outros filhos de Deus, podermos, no momento da morte, encontrar-te nas portas do Paraíso, esperando a nossa chegada.


"Se me fosse possível, queria conseguir de Deus somente uma coisa, que me dissesse 'vá para o Paraíso’, queria conseguir esta graça, contudo, Senhor, não me deixe ir ao Paraíso até que o último dos meus filhos, a última das pessoas que me foram confiadas, tenha entrado antes de mim." Padre Pio.


Rezar a Oração do Sagrado Coração de Jesus.
(ver mais abaixo)


NONO DIA
Humilde Padre Pío de Pietrelcina, tu que és verdadeiramente amado pela Santa Madre Igreja, roga a Deus, Nosso Senhor, ao Senhor das colheitas prósperas, para que mande trabalhadores à sua santa obra, e dê a cada um deles segundo o seu santo trabalho; de maneira que tenhamos sacerdotes santos no mundo. Que esses obtenham a força e a inspiração divina. No mais, nós te rogamos a intercessão junto à Sempre Santíssima Virgem Maria, para que ela conduza todos os homens a uma unidade cristã, reunidos na grande casa de Deus; para que a Santa Igreja seja o farol de luz e salvação, neste mar de tempestades que é a vida de hoje.


"Sempre se mantenha unido à Santa Igreja Católica, porque somente ela pode salvá-lo, porque somente ela possui o Jesus Sacramentado, que é o verdadeiro príncipe da paz." Padre Pio.

Rezar a Oração do Sagrado Coração de Jesus.
(ver aqui abaixo)

COROA AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

1 - Ó meu Jesus, que dissestes: “Em verdade vos digo, pedi e recebereis, procurai e achareis, batei e ser-vos-á dado!” Eis que bato, procuro e peço a graça… Pai Nosso Ave Maria e Glória. Sagrado Coração de Jesus, confio e espero em vós!

2 - Ó meu Jesus, que dissestes: “Em verdade, vos digo, qualquer coisa que pedis ao meu Pai em meu nome, Ele vo-lo concederá!” Eis que ao Vosso Pai, em Vosso nome, eu vos peço a graça… Pai Nosso Ave Maria e Glória. Sagrado Coração de Jesus, confio e espero em vós!

3 - Ó meu Jesus, que dissestes: “Em verdade, vos digo, passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão!” Eis que, apoiado na infalibilidade das Vossas santas palavras, eu Vos peço a graça… Pai Nosso Ave Maria e Glória. Sagrado Coração de Jesus, confio e espero em vós!

Oração: Ó Sagrado Coração de Jesus, a quem uma única coisa é impossível, isto é, a de não ter compaixão dos infelizes, tende piedade de nós, míseros pecadores, e concedei-nos as graças que Vos pedimos por intermédio do Coração Imaculado da Vossa e nossa terna Mãe. São José, Amigo do Sagrado Coração de Jesus, rogai por nós.

Rezar a Salve Rainha.

FONTE DO TEXTO ACIMA
http://padrepio.catholicwebservices.com/
Novena_para_Pai_Pio.htm

Paz e bem! Maria Cunha

Pe Pio - e o anjo de Guarda!


3 CASOS DE INTERCESSÃO
Um ítalo-americano que viveu na Califórnia, freqüentemente pedia a seu Anjo da Guarda, que por piedade levasse um importante recado ao Padre Pio. Um dia depois da confissão, ele falou na igreja com Padre Pio, perguntando se o Anjo da Guarda havia lhe dado o recado. O Padre Pio respondeu: Tu crês que sou "surdo"? E o Padre Pio repetiu o que ele há poucos dias antes havia dito ao seu Anjo da Guarda.


O Padre Linio contou que estava rezando ao meu anjo da guarda para que interviesse e falasse ao Padre Pio em favor de uma senhora que estava muito mal. Porém parecia que as coisas não mudavam em anda. Encontrei o Padre Pio e disse: Padre pedi a meu Anjo da Guarda que pedisse ao senhor por aquela senhora. É possível que não tenha feito? Respondeu o Padre Pio: E tu o que crês? Que ele seja desobediente como tu e eu?


O Padre Eusébio narra:


Estava viajando a Londres em avião, contra o conselho do Padre pio que não quis que eu usasse aquele meio de transporte. Em quanto sobrevoávamos o canal da Mancha uma violenta tempestade se abateu sobre o avião, e nos encontrávamos em grave perigo. Entre o terror geral, eu recitei o ato de contrição e não sabendo outra coisa a fazer, mandei ao Padre Pio, um pedido pelo meu Anjo da Guarda, suplicando ajuda urgente.


De regresso a San Giovanni Rotondo fui ver o Padre Pio. "Menino", me disse. - "Como estás? " "Passaste bem o tempo todo?" - "Padre!, eu disse, estive a ponto de morrer" - Então porque não obedeces?" - "Porém eu rezei ao meu Anjo da Guarda"... "É menos mal que ele chegou a tempo!




O SUPER-PILOTO SECRETO
Um advogado de Fano, Itália estava regressando à sua casa em Bolonha. Ele estava dirigindo seu veículo que era modelo Fiat 1100. No carro encontravam-se sua mulher e seus dois filhos. Num certo momento, sentindo-se cansado, o advogado foi substituído no volante pelo seu filho mais velho, Guido, o qual antes se encontrava dormindo.


Após alguns quilômetros perto de San Lázaro, também esse filho dormiu. Quando acordou deu-se conta que se encontrava a um par de quilômetros do povoado de Imola. Assustado ele gritou: - “Quem havia dirigido o carro? Tinha-lhes acontecido algo... Não - responderam todos. O filho mais velho despertou e disse que havia dormido profundamente.


A mulher e o filho mais novo, incrédulo e maravilhado, disseram haver percebido um modo de dirigir o carro diferente do usual: às vezes o carro esteve a ponto de se chocar com outros veículos, porém na última hora nada acontecia, devido a manobras perfeitas. Também a maneira de fazer as curvas era diferente.


“Sobretudo, - disse a mulher - não colidimos, apesar de vocês estarem dormindo o tempo todo e não respondendo as nossas perguntas. Disse o marido: “Eu não pude responder porque estava dormindo”. No entanto, quem tinha conduzido o automóvel? O que havia impedido os acidentes?... Alguns meses depois o advogado foi a San Giovanni Rotondo e o Padre Pio quando o viu, apoiando sua mão no ombro dele disse: “ficaste dormindo e o Anjo da Guarda conduziu o veículo”. O mistério estava revelado.




DANDO AS BOAS-VINDAS
Uma filha espiritual do Padre Pio estava caminhando para o Convento em uma estrada pelo campo. O padre Pio a esperava no Convento dos Capuchinhos. Eram dias de inverno e nevava, o que dificultava caminhar. Ao longo do caminho ela acreditava que não conseguiria chegar até o Convento na hora marcada.


Cheia de fé, ela rogou ao seu anjo da guarda para que avisasse a Padre Pio que chegaria atrasada para o seu compromisso, devido ao mal tempo. Chegando ao Convento ela constatou com grande alegria que o monge a aguardava em uma janela, da qual ele lhe sorriu, cumprimentando-a.




BÊNÇÃOS E CARINHOS DE PAI
Um homem certa vez contou: “Padre Pio, parava freqüentemente na sacristia para cumprimentar suas crianças e amigos espirituais, com um beijo. Um senhor comentou que um homem naquela posição deveria cumprimentá-los somente com a bênção, e não com um beijo”. Para a surpresa daquele senhor, no dia 24 de dezembro de 1958, estando em confissão com Padre Pio, quando estava ao fim, seu coração palpitava fortemente e estava tão emocionado que perguntou ao Padre Pio: “Padre, hoje é Natal e eu posso lhe cumprimentar com um beijo?” Pio com uma doçura que não se consegue descrever, mas somente imaginar, lhe respondeu: “À frente meu filho, não percamos mais tempo!”. Ele me abraçou e eu o beijei como um pássaro, alegre, e saí daquele lugar cheio de alegrias celestiais, afora aqueles carinhos na cabeça que ele me deu, o que dizer deles!


Depois de algum tempo, antes de partir para St. Giovanni Rotondo, quis obter um sinal particular de predileção do Padre Pio. A benção dele não era suficiente. Eu também queria que me cumprimentasse com aqueles carinhos na cabeça, que eram para mim os de um verdadeiro pai. Tenho que dizer que eu, como um menino, nunca senti falta dos carinhos do Padre Pio. Mas num certo dia, na sacristia havia muitas pessoas querendo cumprimentar Padre Pio, a sacristia era pequena e por isso o Pe. Vincenzo exortou a todos com a severidade habitual: “Não empurrem... não atrapalhem o Padre Pio... para trás...”


Nesse momento eu me desencorajei e pensei: “Partirei sem a benção do Padre Pio. Não quis ir até ele e por isso pedi ao meu anjo da guarda para se tornar um mensageiro e contar ao Padre Pio que eu iria partir, e disse com estas palavras: Pai, eu parto, desejo receber a benção e o carinho paternal do Padre Pio, para mim e para minha esposa”. Padre Vincenzo ainda estava repetindo... “Não empurrem Padre Pio... não empurrem”. Eu sentia ao mesmo tempo uma grande ansiedade e uma imensa tristeza. Mas de repente Padre Pio veio ao meu encontro, e sorrindo me fez aqueles carinhos na cabeça e estendeu a mão para que a beijasse.




OS ANJOS, MENSAGEIROS DE PIO
Uma mulher estava sentanda em um quarto do Convento dos Capuchinhos. A Igreja estava fechada. Era tarde. A mulher rezava em seu íntimo, e repetia com seu coração: “Padre Pio, me ajude! Anjo da guarda, por favor, vá dizer para pai Pio que me ajude, caso contrário minha irmã morrerá!


“Da janela sobre ela, veio a voz do padre Pio: “Quem está me chamando? Qual é o problema?” A mulher admirada contou sobre a doença de sua irmã, e Padre Pio foi ao encontro da mulher doente e a curou.


Um homem contou para Pai Pio: Eu não posso vir vê-lo freqüentemente. Meu salário não me permite tais viagens longas e caras. Padre Pio respondeu: Quem lhe disse que você precisa vir aqui? Você tem seu Anjo da guarda, não o tem? Conte a ele o que você quer, envie-o aqui e você terá a resposta!


Quando Pio era um padre jovem ele escreveu uma carta ao seu confessor dizendo: quando fecho meus olhos e a noite vem, eu posso ver o Céu que aparece diante de mim. Fiquei muito alegre por esta visão, porque assim posso dormir com um doce sorriso nos lábios e com uma face tranqüila, como que a espera do menino que fui na minha infância, que virá me acordar e começaremos a cantar juntos elogios ao Grande amor que há nos nossos corações.


Um dia Padre Alessio se aproximou de Pai Pio com algumas cartas na mão, para lhe fazer perguntas mas pai Pio lhe falou bruscamente: - Você não está vendo que eu estou ocupado? Deixe-me só. Padre Alessio foi embora aborrecido. Pe. Pio vendo como Pe. Alessio ficara, correu atrás dele e lhe disse: - Você não viu quantos anjos estavam perto de mim? Eles eram os Anjos-da-guarda de minhas crianças espirituais, que vieram trazer as mensagens delas para mim. Eu tinha que lhes dar respostas, informá-las.




PADRE PIO FALA DOS ANJOS
Um doutor perguntou para Padre Pio: - Tantos anjos vivem sempre junto de você. Eles não lhe dão problemas? - Não, eles não fazem nada. Padre Pio com simplicidade respondeu. - Eles são muito obedientes.


Padre Pio disse certa vez a uma pessoa: - Nós rezaremos pela sua mãe, para que o seu anjo da guarda lhe faça companhia.


Uma das crianças espirituais de Padre Pio, disse: Pai Pio é tão piedoso, sempre escuta aqueles que o chamam. Uma noite, um grupo de amigos que chegara a pouco a San Giovanni Rotondo, estavam falando da pessoa do Padre Pio e ingenuamente começaram a enumerar perguntas que queriam fazer para ele e pediram a seus anjos que levassem os pedidos ao padre o mais cedo possível. No dia seguinte depois da Santa Missa, padre Pio lhes reprovou: - Vocês não me deixaram tranqüilo a noite passada! Mas o sorriso de padre Pio, desmentia suas palavras. Nisso eles viram que o frade lhes tinha atendido.


Pio, você pode ouvir tudo o que o Anjo da guarda lhe conta? Uma pessoa perguntou para Padre Pio. E ele respondeu: - Claro que sim! Pensa que os anjos são desobedientes como você? Envie-me seu Anjo da guarda!


É inútil que me escrevas, porque eu não posso lhe responder. Envie-me seu Anjo da guarda sempre, e eu farei tudo.


Seu Anjo da guarda me contou algumas coisas que me fazem entender sua desconfiança.


Invoque o seu Anjo da guarda, pois ele te iluminará e te guiará no caminho de Deus. Deus o deu a você. Então o use.


Se a missão do nosso Anjo da guarda for uma grande missão, a minha missão é sem dúvida maior, porque ele tem que ser como um professor para me explicar outros idiomas.


Envie-me seu Anjo da guarda, porque ele não paga ingresso no trem nem consome seus sapatos.


Para todas as pessoas que vivem há um Anjo-da-guarda. Por isso ninguém se encontra sozinho.

FONTE DO TEXTO ACIMA
http://padrepio.catholicwebservices.com/
PORTUGUES/Anjo_da_guarda.htm

Paz e bem! Maria Cunha

Pe Pio - sempre convidou as pessoas a agradecer a Deus, verdadeiro autor dos milagres.


COMO DEFINIR UM MILAGRE?
É muito difícil estabelecer uma definição para a palavra "milagre". Os Milagres são considerados expressões do sobrenatural. Nós também podemos dizer que um milagre é um fenômeno que ocorre contrário as leis naturais já conhecidas e obedecem a uma força superior: a de Deus.

A vida do Padre Pio é cheia de milagres. Mas nós temos que prestar atenção à natureza do milagre, que é sempre divina. Desta maneira o Padre Pio sempre convidou as pessoas a agradecer a Deus, verdadeiro autor dos milagres.

SARANDO A QUEIMADURA
O primeiro milagre atribuído ao do Padre Pio, aconteceu em 1908. Naquela época ele morava no convento de Montefusco. Um dia ele decidiu ir à floresta para colher castanhas em uma bolsa. Ele enviou essa bolsa para sua tia Daria em Pietrelcina. Ela sempre foi muito afetuosa para com ele. A sua tia recebeu a bolsa e comeu as castanhas e depois guardou-a como lembrança.


Poucos dias depois sua tia Daria estava procurando algo em uma gaveta onde o seu marido normalmente guardava pólvora. Era noite e ela estava usando uma vela quando de repente a gaveta pegou fogo. O fogo atingiu Tia Daria e num instante, ela pegou a bolsa que tinha as castanhas de Padre Pio e a pôs na sua face. Imediatamente sua dor desapareceu e não ficou nenhuma ferida ou queimadura na sua face.

DE ONDE VIERAM OS PÃES?
Durante a Segunda Guerra Mundial, na Itália, o pão era racionado. No convento do Padre Pio havia sempre muitos convidados e pessoas pobres que iam até lá pedir comida. Um dia, os monges foram para o refeitório e perceberam que na cesta tinha aproximadamente um quilo de pão. Todos os irmãos rezaram e se sentaram antes de começar a comer e o Padre Pio foi à Igreja.


Depois de um tempo ele voltou com muitos pães nas mãos. O Superior perguntou para Padre Pio: "Onde você conseguiu os pães? " e Padre Pio respondeu: "Um peregrino à porta me deu ". Ninguém falou, mas todo o mundo concluiu que só Padre Pio poderia encontrar esse tal peregrino.

QUEM REPÔS AS HÓSTIAS?
Uma vez no convento do Padre Pio, um frade deixou de colocar hóstias suficientes para a celebração, pois havia poucas disponíveis. Mas depois das confissões Padre Pio pegou as hóstias, começou a entregar a Sagrada Comunhão às pessoas e ao término da celebração sobraram muitas hóstias, mais do que eles tinham antes.

ALGUÉM SEGUROU A CARTA?
Uma filha espiritual do Padre Pio estava lendo uma carta dele a beira de uma estrada. O vento fez a carta voar e rolar por uma ribanceira. A carta já estava longe quando deixou de voar e caiu e ficou presa numa pedra. Desse modo foi possível recuperar a carta. No dia seguinte ela se encontrou com o Padre Pio, que lhe disse: "Você tem que prestar mais atenção no vento da próxima vez. Se eu não tivesse posto meus pés na carta ela se teria perdido”.

O FILHO PERDIDO REAPARECE
A sra. Cleonice Morcaldi, filha espiritual do Padre Pio, disse:


"Durante a Segunda Guerra Mundial meu sobrinho estava prisioneiro. Nós não tínhamos recebido notícias durante um ano e todo mundo acreditou que ele havia morrido. Os Pais dele pensavam a mesma coisa. Um dia a mãe dele foi ao Padre Pio e se ajoelhou em frente ao frade que estava no confessionário e disse: "Por favor, diga-me se meu filho está vivo. Eu não vou embora se você não me falar. Padre Pio simpatizou-se com ela e tendo piedade de suas lágrimas disse: "Levante-se e fique tranqüila".


Alguns dias depois, eu não pude resistir diante da dor dos Pais, e assim decidi pedir um milagre para Padre Pio. Eu disse: "Padre, eu vou escrever uma carta a meu sobrinho Giovannino. Eu só escreverei o nome dele no envelope por que nós não sabemos onde ele está. Você e seu Anjo da Guarda levarão a carta até ele." Padre Pio não respondeu.


Eu escrevi a carta e pus em minha mesa, de noite, para entregá-la na manhã seguinte ao Padre Pio. Ao amanhecer, para minha grande surpresa e medo a carta não estava mais lá. Eu fui correndo até o Padre Pio para lhe agradecer e ele me disse: "Dê graças a Nossa Senhora". Quase quinze dias depois nosso sobrinho respondeu a carta. Então toda nossa família ficou contente, dando graças a Deus e ao Padre Pio”.

CLARIVIDÊNCIA
Durante a Segunda Guerra Mundial o filho da Sra. Luisa, que era Oficial da Real Marinha Britânica, era motivo de angústia para a sua mãe, pois ela orava diariamente para a conversão e salvação do seu filho. Um dia um viajante inglês chegou a San Giovanni Rotondo, trazendo alguns jornais da Inglaterra. Luísa quis ler os jornais. Ela leu notícias do afundamento do navio em que o filho dela estava.


Ela foi chorando ver o Padre Pio, que a consolou imediatamente: “Quem lhe falou que seu filho morreu?" Na realidade Padre Pio pôde dizer exatamente o nome e o endereço do hotel onde o jovem oficial estava, depois de ter escapado do naufrágio no Atlântico. Ele estava naquele hotel a espera do novo cargo. Imediatamente Luisa lhe enviou uma carta e depois de 15 dias obteve uma resposta do seu filho”.

ESTAVA MORTA E VOLTOU À VIDA
Havia uma tal mulher nobre e boa em San Giovanni Rotondo que o Padre Pio disse que era impossível, achar qualquer falha em sua alma para perdoar. Em outras condições, ela viveu para ir para o céu. Ao término da Quaresma Paulina estava tremendamente doente. Os doutores não lhe deram esperanças. O marido dela e as cinco crianças deles foram para o convento rezar e pedir ajuda para Padre Pio. Duas das cinco crianças correram em direção ao Padre Pio chorando. O Padre Pio ficou perturbado; e então tentou consolá-los prometendo que ia rezar para eles, nada mais!


Alguns dias depois, mais ou menos às sete horas da manhã, as coisas mudaram. Na realidade ele pediu em favor de Paulina, de forma que isto a curou. E ele disse-lhes: “Ela se recuperará no Dia da Páscoa. Mas durante a sexta-feira Santa, Paulina perdeu a consciência, e ela logo depois no dia de sábado havia entrado em estado de coma; finalmente, depois de algumas horas Paulina morreu.


Alguns dos seus parentes levaram o vestido de noiva dela para vesti-la, isto de acordo com uma velha tradição. Outros parentes correram para o convento para pedir um milagre ao Padre Pio. Ele lhes respondeu:” Ela ressuscitará. E foi para o altar para celebrar a Santa Missa. Quando o Padre Pio começou a cantar o Glória e o som dos sinos que anunciam a ressurreição de Cristo, ele deu um forte grito e os olhos dele estavam cheio de lágrimas.


No mesmo momento Paulina ressuscitou e sem qualquer ajuda ela desceu da cama, se ajoelhou e orou três vezes o Credo. Então eles se levantaram e sorriram. “Ela ressuscitou”. Na realidade o Padre Pio não tinha dito, “ela ressuscitará” e sim “ela se recuperará”. Quando eles lhe perguntaram que se passou durante o tempo em que ela estava morta ela respondeu: “Eu subi, eu subi, eu subi; até que eu entrei em uma grande luz, e de repente eu voltei”.

MÃE, MÃE, PADRE PIO ME CUROU!
Testemunho de uma mãe:

“Minha primeira filha nasceu em 1953. Quando tinha um ano e meio o Padre Pio salvou a sua vida de forma súbita e milagrosa. Na manhã de 06 de Janeiro de 1955 meu marido e eu estávamos na igreja assistindo à Santa Missa e nossa filha estava em casa com o avô dela. De repente um acidente aconteceu, e nossa filha se queimou com uma panela de água quente. A queimadura era tão grande quanto séria e a atingiu desde o estômago até a parte de trás.


O doutor recomendou para a hospitalizr imediatamente, porque ela poderia morrer devido ao estado de gravidade suprema... Por isso ele não nos deu nenhum medicamento. Desesperada ao ver sofrendo a minha filha, assim que o doutor se foi invoquei fortemente o Padre Pio, para que interviesse urgentemente. Quando eu estava pronta para levá-la ao hospital,já era quase meio-dia. Eis que de repente a menina, que estava só no quarto, chamou-me: "mãe, mãe, olhe eu já não tenho nenhuma ferida”.


E quem fez desaparecer suas feridas? Eu perguntei amedrontada e com grande curiosidade. Ela respondeu. “Mãe o Padre Pio veio, e ele curou minhas feridas pondo suas mãos sagradas em minha queimadura”. Realmente, para surpresa de todos, não havia nenhum sinal ou marca de que havia existido alguma queimadura na menina. O corpo de minha filha estava totalmente saudável, e pensar que alguns minutos antes o médico a condenou no seu prognóstico.

FONTE DO TEXTO ACIMA
http://padrepio.catholicwebservices.com/
Milagres.htm

Paz e bem! Maria Cunha.

Pe Pio - LEVITANDO NO CÉU, PERTO DOS AVIÕES, NA GUERRA


A levitação pode ser definida como o fenômeno no qual uma pessoa se eleva da terra e fica suspensa no ar e também pode ter o poder de elevar objetos. Tal fenômeno, obviamente é um dom dado por Deus aos místicos, inclusive os da Santa Igreja católica. São José de Copertino, por exemplo, era famoso pelo dom de levitação e também como ele, Padre Pio de Pietrelcina tinha tais dons. Padre Pio era visto freqüentemente por seus irmãos enquanto ele se elevava do chão, durante a sua oração.

Em Bari, cidade da Itália, durante a II Guerra Mundial se encontrava a sede do Comando da Força Aérea Americana. Muitos oficiais se dirigiam para ver o Padre Pio durante a guerra. Inclusive o general comandante foi protagonista de um episódio assombroso. Esse imponente oficial americano quis levar um esquadrão de bombardeiros para destruir um depósito de material de guerra alemão, que se localizava próximo a San Giovanni Rotondo.

O general disse: “quando os aviões estavam próximos ao alvo, seus homens e ele viram no céu um monge com as mãos erguidas. As bombas foram cair nos bosques. Os aviões haviam mudado o percurso. Todos se perguntavam quem era aquele monge a que os aviões tinham obedecido. Alguém falou ao General que em San Giovanni Rotondo vivia um monge que fazia milagres e ele decidiu que assim que o país estivesse livre, ele iria verificar quem era o monge que eles tinham visto no céu.

Depois da guerra o General foi ao convento dos capuchinhos com alguns pilotos. Entrando na sacristia ele se achou de frente com vários monges entre os quais ele reconheceu imediatamente o monge que tinha parado os seus aviões: era Padre Pio. Padre Pio caminhou ao seu encontro e ao chegar perto dele disse: "Então é você que quis matar todos nós." Iluminado pelo olhar e pelas palavras do Padre, o General se ajoelhou em frente a ele. Como de costume o Padre Pio tinha falado em dialeto, mas o General se convenceu que o monge tinha falado em inglês. Este era mais um dos dons do Padre Pio. Todos se entreolharam e o General e seus amigos, que eram protestantes, converteram-se ao catolicismo.

CAMINHANDO PELO AR, NA IGREJA
Aqui está a história de Padre Ascânio: - "Nós estávamos esperando por Padre Pio que deveria vir confessar os penitentes. A sacristia estava abarrotada e todo o mundo olhava para a porta pela qual Padre Pio teria que entrar. A porta estava fechada, mas de repente eu vi Padre Pio caminhar acima das cabeças das pessoas, indo até o confessionário: posteriormente ele desapareceu.

Depois de alguns minutos ele começou a confessar os penitentes. Eu não disse nada, e pensei que estava sonhando, mas quando o encontrei lhe perguntei: "Padre Pio, como você conseguiu caminhar acima das cabeças das pessoas? " Esta foi a engraçada resposta dele: "Posso assegurar-lhe minha criança, igual a caminhar no chão..."

Paz e bem! Maria Cunha.

Pe Pio - e os perfumes


OSMOGENESIA, CARISMA DE SANTOS
A osmogenesia, é um carisma possuído por alguns Santos. Tal carisma, em algumas circunstâncias, permite que se percebam, à distância, perfumes particulares. Tais perfumes são definidos como odores de santidade. O Padre Pio chegou a manifestar tal carisma e esses fenômenos foram tão freqüentes que as pessoas comuns ficaram admiradas e definiram o fenômeno como “Os Perfumes de Padre Pio”. O perfume emanava de seu corpo e também dos objetos que ele tocava e também de suas vestes. Em outras ocasiões, o perfume fora percebido nos lugares onde ele passava.


Um dia, o médico de costume, retirou do tórax do Padre Pío um, curativo composto de bandagens (gazes) que foram utilizadas para estancar o sangue. O médico guardou os curativos em um estojo, para ser levado a um determinado laboratório localizado em Roma, para que fossem analisados por meio de testes laboratoriais. Durante a viagem, um Oficial e outras pessoas que estavam na mesma viagem, sentiram o perfume do Padre Pio.


Nenhuma daquelas pessoas sabia que o médico possuía em seu bolso os curativos, contendo o sangue do Padre Pio. O médico conservou aqueles curativos no seu estojo, e o estranho perfume impregnou por longo tempo o estojo, tanto que os pacientes que foram visitados pediram explicações a respeito de tal perfume.




DE REPENTE, A FRAGRÂNCIA
O Frade Modestino contou em certa ocasião:

"Era uma vez, em que me encontrei de férias em San Giovanni Rotondo. Na manhã, me apresentei na Sacristia, a fim de celebrar a Missa com Padre Pio, e outros frades discutiam a fim de ter este privilégio. O Padre Pio interrompeu aquela discussão e disse: - “Na Missa, que servirá comigo é ele” – e terminou por me indicar. Ninguém disse mais nada.


Acompanhei o Padre até o altar de São Francisco, e o ajudei a preparar a Santa Missa em absoluta concentração. No momento do "Sanctus" tive um repentino desejo de sentir aquele indescritível perfume, que percebi muitas vezes quando beijei a mão do Padre Pio. O desejo me foi concedido logo em seguida. O cheiro do perfume me envolveu e aumentou o odor em demasiado. Não conseguia respirar normalmente. Tive que me apoiar no balaústre, com a mão para não cair. Estando a ponto de desmaiar, quando pedi ao Padre Pio para me socorrer e evitar essa cena na frente de tantas pessoas. Naquele preciso instante o perfume desapareceu.


Ao fim da tarde, acompanhei o Padre ao seu quarto, e pedi a ele explicações sobre o ocorrido, e ele me disse o seguinte: “Meu filho, não sou eu ou você. É Deus que atua. Ele deixa sentir este perfume, quando ele quer e a quem ele quiser. Tudo ocorre segundo o gosto dele próprio."


"Eu estava ao lado de um confessionário. Da minha pequena janela vi que o Padre Pio estava recebendo uma confissão e no outro lado estava uma senhora. Enquanto eu aguardava para falar com o Padre, senti um forte perfume de lírios. Isto foi me transtornando porque eu nunca tinha acreditado na história dos perfumes. E assim, eu me convenci de que os perfumes do Padre Pio realmente existiam."




RECUPERAÇÃO MILAGROSA
Uma senhora de Bolonha que tinha 24 anos teve um certo braço fraturado. O mesmo braço tinha sido operado três anos antes por causa de um acidente sério que aconteceu. Depois de uma nova operação e de um longo e doloroso tratamento, o cirurgião falou para o pai da menina que ela não poderia usar mais o braço. Na realidade o braço estava completamente duro por causa da remoção de uma parte do ombro. Foi feito um enxerto no osso que não teve sucesso.


O pai e filha estavam aflitos, passando por St. Giovanni Rotondo, Padre Pio os conheceu, ele os abençou e declarou: "Acima de tudo nenhum desespero! Confie em Deus! O braço se recuperará." No final do mês de julho de 1930, a mulher retornou para Bolonha sem qualquer melhora em seu braço. Era possível pensar que Padre Pio estivesse errado? Ninguém pensou, por meses, no problema. No dia 17 de setembro, o dia das celebrações dos estigmas de S. Francisco, de repente o apartamento onde a família vivia estava cheio de um cheiro delicioso de junquilhos e rosas. Esse fenômeno durou uns quinze minutos, enquanto todo mundo tentava entender de onde aquele perfume se originava. Daquele dia em diante, a menina começou a usar o braço dela novamente. Uma nova radiografia no braço dela mostrou que o osso e as cartilagens estavam completamente consolidados, recuperados.




UM MARAVILHOSO AROMA
Um homem contou: "... um dia eu decidi seguir o sugestão da minha esposa para ir ao Padre Pio. Eu não estava participando da igreja por um vinte e cinco anos, precisamente no dia de meu matrimônio. Eu sentia a necessidade de me confessar, mas assim que eu estive próximo a Padre Pio, ele me falou bruscamente, sem olhar para mim: "Vá embora! " - Eu respondi: "Eu estou aqui para me confessar, e me dê a absolvição" - eu lhe falei asperamente, e ele respondeu severamente ,também: "Vá embora, eu disse." E eu fui embora.


Eu sai da pequena Igreja e fui para o hotel. Minha esposa, que me tinha visto sair da Igreja daquele modo, encontrou-me no hotel e perguntou: o que aconteceu? O que você está fazendo?" - Ela queria saber. "Eu vou arrumar a mala e ir embora", eu respondi. Mas naquele momento senti uma nuvem de perfume. Era um intenso perfume, maravilhoso. Eu estava confuso. Eu me tranqüilizei no momento e sentia dentro de mim uma grande vontade de ver o Padre Pio. Voltei para vê-lo mais tarde, mas antes de falar com ele examinei minha consciência cuidadosamente. Amavelmente Padre Pio me deu boas-vindas e me concedeu a absolvição."




PERFUME DOS CÉUS
Uma senhora contou: - Meu marido acidentou-se com o seu carro e foi transportado para o hospital em Taranto, com perigo de perder a vida. Os doutores disseram que não tiveram nenhuma chance para salvá-lo. Normalmente, quando eu vinha visitá-lo, eu parava e rezava na frente de um monumento a Padre Pio, no jardim do hospital.


Um dia, o "Santo" fez-me cheirar um perfume maravilhoso de lírios e me fez entender que minhas súplicas tinham sido ouvidas. Daquele momento em diante as condições de meu marido melhoraram e ele começou a recuperar-se completamente.




COM AS BÊNÇÃOS DE PADRE PIO
Um cavalheiro de Toronto contou: - Em 1947 minha esposa que tinha se adoecido seriamente, foi hospitalizada em Roma, para enfrentar uma séria operação cirúrgica. Eu parti para San Giovanni Rotondo e lá me confessei com Padre Pio e, depois de receber a absolvição, falei com o padre sobre a condição de saúde de minha esposa. Então eu pedi: "Padre, me ajude a rezar!"

Naquele momento eu senti um cheiro de um perfume delicioso e persistente que me pegou de surpresa. Eu voltei para casa na mesma noite. Assim que eu abri a porta, eu senti aquele perfume que eu tinha inalado quando estava próximo a Padre Pio. Eu estava confiante. Minha esposa foi operada e a operação que era perigosa estava terminada com sucesso. Eu lhe contei a maravilhosa experiência que eu tinha tido, e juntos, agradecemos a Padre Pio.

FONTE DO TEXTO ACIMA
http://padrepio.catholicwebservices.com/
PORTUGUES/Os_Perfumes.htm

Paz e bem! Maria Cunha!

Pe Pio - CARISMA, DOM DE VER O FUTURO E VER A DISTÂNCIA


Muitos Santos da Igreja católica possuíram o carisma que lhes permitia saber coisas distantes, ver o futuro ou ver e sentir a distância, enquanto usando os dons e as habilidades intelectuais normais deles. Padre Pio teve o carisma do conhecimento sobrenatural e ele poderia olhar de fato em uma pessoa e alcançar as partes mais secretas da alma. Muitos testemunhos existem neste carisma de padre Pio.


Uma mulher da Bolonha disse: "Uma vez minha mãe foi Pe. Pio com alguns dos amigos dela. Ela se encontrou com Pe. Pio assim que ele chegasse a San Giovanni Rotondo, na sacristia do convento. Pe. Pio lhe falou: "Por que você está aqui? Vá para casa, seu marido está doente". Minha mãe pensou que ele tinha deixado o marido dele em condição boa. De qualquer maneira ela voltou pegando o primeiro trem para casa. Quando ela chegou a casa que ela perguntou pelo saúde de meu pai: não havia nenhuma notícia de melhora. Mas durante a noite meu pai teve dificuldades respiratórias sérias. Algo o apertou na garganta.


À noite, aos onze da noite, meu pai foi hospitalizado, e ele foi levado com urgência ao centro cirúrgico. O cirurgião que o operou, extraiu pelo menos dele duas bacias de pus da garganta. Então Pe. Pio tinha visto o que ia acontecer ao marido da senhora com antecedência e, com a sugestão dele e a oração dele ele tinha tido influenciando na solução problema de saúde do marido da minha mãe.


O filho espiritual do Pe. Pio que morou em Roma, enquanto estando junto com alguns amigos, omitiu por vergonha fazer o que ele normalmente faria, quando passa-se por de uma Igreja, uma reverência pequena, o sinal da cruz em consideração a Jesus. De repente ele ouviu a voz de Pe. Pio que disse: “Covarde!” Depois que alguns dias que ele foi para St. Giovanni Rotondo, lhe foi reprovado por Pe. Pio: "Tenha cuidado - Pe. Pio disse”este tempo eu só o adverti, mas da próxima vez eu lhe darei um tapa.”


Um dia, para o pôr-do-sol, que Pe. Pio estava no jardim do convento. Ele estava conversando agradavelmente com alguns crentes e filhos espirituais, quando ele percebeu não ter com ele o lenço. Então se dirigiu a um dos presentes e lhe falou: “Por favor, aqui está a chave de minha cela, vai lá e leva o lenço.” O homem foi para a cela, mas, além do lenço, ele levou uma das meias- luvas de Pe. Pio e a pôs no bolso dele.


Na realidade ele não pôde deixar que a chance fosse perdida, de levar uma relíquia! Mas quando voltou para o jardim e deu o lenço, Pe. Pio lhe falou: “Obrigado, mas agora retorne à minha cela e ponha novamente na gaveta a meia-luva que pôs em seu bolso.”


Uma senhora ajoelhava-se em frente à fotografia de Pe. Pio todas as noites, antes de ir para cama, e pedia a bênção dele. O marido dela era católico, mas acreditou que o gesto era um exagero, e ria da atitude de sua esposa, recriminando-a.


Uma vez ele contou para Pe. Pio sobre o hábito da esposa e o que fazia: “Todas as noites minha esposa se ajoelha em frente à sua fotografia e lhe pede que a “abençoe”. Pe. Pio lhe respondeu: "Eu sei, eu sei... e você começa a rir."


Um homem era um bom católico, e ele era estimado e apreciado nos ambientes da Igreja. Uma vez ele foi confessar-se com Pe. Pio. Considerando que ele quis justificar o seu pecado, ele começou falando sobre uma "crise espiritual". De fato ele viveu no pecado. Na realidade, depois de casado ele vinha negligenciando sua esposa, tentando superar a crise junto a outra mulher.


Infelizmente ele não pôde imaginar ficar na frente de um confessor "anormal". Na realidade Pe. Pio se levantou de repente e gritou: “... mas que tipo de crise espiritual! Você é um mentiroso e Deus está bravo com você. Vá embora!”


Um cavalheiro contou: "Eu tinha decidido deixar de fumar e oferecer este pequeno sacrifício a Pe. Pio. Desde então, todas as noites, com o pacote intato de cigarros em minha mão, eu fiquei em frente à sua imagem, lhe falando: Padre... faz um ano... “O segundo dia: “Padre, faz dois anos... “ Três meses depois, eu fui para San Giovanni Rotondo, para ver Pe. Pio depois de fazer a mesma coisa todas as noites. "Padre", eu lhe diria, assim que eu o visse, “são 81 dias que eu não fumo, 81 pacotes... “. E Pe. Pio disse: “Eu sei de tudo. Como você sabe, você me fez contar os pacotes todas as noites.”


Um motorista do ônibus que transportou alguns turistas em viagem no Gargano, estava na sacristia a esperar, para regressar, quando Pe. Pio veio. O motorista do ônibus que estava no meio do grupo, de cerca de dez pessoas, foi notado por Pe. Pio, que lhe falou: "Filho, você não pede uma bênção sequer? ". O motorista, pasmo, saiu do grupo e ele se ajoelhou para receber a bênção de Pe. Pio. Mas Pe. Pio em vez de o abençoar lhe perguntou: "Assim, o que o tem preocupado? “Nada, padre, eu queria qualquer coisa. Confessei-me quando fui ao Monte Sant'Angelo e assisti à Missa, até mesmo com os turistas eu estou guiando”. “E depois?” “Eu comprei alguns objetos de religiosos”. "Não, eles não foram as imagens santas para lhe amaldiçoar, mas os doces... ".


O motorista surpreendido se lembrou de que depois que a Missa que ele tinha amaldiçoado porque o número dos torrones compradosfoi inferior à quantidade de turistas. O motorista mortificou-se, tentou dizer algo, mas Pe. Pio o puxando para longe do grupo lhe disse: "Não é bastante: na estrada, vindo a St. Giovanni Rotondo, você tem praguejado e ofendido, não se manteve direito." O motorista que tinha respondido que para ele fazer qualquer coisa, começou a fazer um ato de contrição".


Uma senhora que era da Inglaterra foi até o confessionário, mas Pe. Pio fechou a janela do confessionário: "Eu não estou disponível para você." Por que Pe. Pio não a quis confessar? Aquela mulher regressava todos os dias durantes duas semanas. Durante estas semanas ela tentou ser escutada por Pe. Pio no confessionário.


Finalmente Pe. Pio a confessou. Então perguntou para Pe. Pio, por qual razão ele a tinha feito esperar todo aquelo tempo, Pe. Pio respondeu: "E você? Quanto tempo você deixou nosso Deus esperar? Você deveria desejar saber como Jesus poderia dar-lhe boas-vindas, depois que você cometeu tantos sacrilégios. Você comeu sua oração durante anos, ao lado de seu marido e sua mãe, que você recebeu a Sagrada comunhão em pecado mortal." A mulher, ficou atordoada, e recebeu a absolvição chorando. Quando, alguns dias depois ela partiu para a Inglaterra, ela estava muito contente.


Um homem contou: - "Uma vez eu comi muitos figos. Eu tive uma dúvida disto. "Eu cometi um pecado da gula - eu pensei - para qual amanhã, sendo meu dia de confissão com Pe. Pio, eu confessarei isto." O dia seguinte, eu estava entrando lentamente na estrada do convento, eu fiz o exame de consciência. O pecado da gula não me veio a lembrança. Eu me confessei mas antes de concluir a confissão, antes da absolvição, eu falei para Pe. Pio: "Eu penso que estou esquecendo de uma culpa, talvez o mais sério, mas eu não me recordo disto". não "preocupe" - ele me respondeu sorrindo - "para dois figos."


Deus vê tudo e nós teremos que Lhe dar uma resposta para tudo. Os espetáculos de história seguintes que Deus sabe nossos pensamentos mais escondidos até mesmo. Um homem, em 1920 foi para o convento dos capuchinhos para confessar-se com Pe. Pio. Ele não era um grande penitente, como tantos outros. Ele pensava que tudo se excluiria no perdão. Pertencendo a uma gangue de criminosos inveterados, este homem decidiu dar fim a sua esposa e juntar-se a uma outra mulher. Ele queria matar sua esposa e ao mesmo tempo ter um álibi. Ele sabia que sua esposa era devota de um Monge que vivia em uma pequena cidade do Gargano. Ninguém o conhecia lá, e ele poderia pôr o plano homicida em ação.


Um dia ele a convence com uma desculpa para ir junto com ela. Quando eles chegaram lá, ele a convidou a visitar aquele homem de quem todo o mundo fala tanto. Ele deixou só a esposa um Hotel da cidade, e só para o convento por reservar a confissão. Quando a esposa dele for falar com o monge ele terá um álibi na cidade. Procurou um bar e convidou alguns dos clientes a beber com ele. Depois, com uma desculpa sairia e mataria a esposa ele saindo da confissão. Tudo ao redor do convento é rural e na luz lânguida da noite ninguém reconhecerá qualquer coisa, até mesmo alguém que enterra um corpo morto. Então ele poderia voltar para o bar e continuar bebendo com os companheiros. O plano estava perfeito, mas, ele não imaginava enquanto planejava o homicídio, que alguém estaria escutando.


Quando ele chegou ao convento que ele viu Pe. Pio, que estava confessando. Neste momento ele teve um impulso, ajoelhou-se em frente ao confessionário de Pe. Pio, mesmo não tendo ainda cometido o homicídio. Ele mal terminou o sinal da Cruz, ouviu uivos inconcebíveis que saíam do confessionário: "Vá embora! Vá embora! Vá embora! Você não sabe que era proibido para matar alguém? - Vá embora! Vá embora! " - Então Pe. Pio o levou pelo braço e o despachou. O homem estava atordoado, incrédulo, desanimado. O homem corre para fora do mosteiro onde, ele caiu próximo a um pedregulho, com a face na lama, e ele reconhece os horrores de sua vida, cheia de pecado. Em um tempo ele vê todo sua existência e, entre tormentos da mente, ele entende a maldade que tencionava cometer.


Atormentado na profundidade do coração, volta a Igreja e pede Pe. Pio para o confessar. Pe. Pio o concedeu a confissão, com doçura infinita fala-lhe como tivesse o conhecido por muito tempo. O bastante para o ajudar a não esquecer nada daquela vida perdida, Pe. Pio o lista o momento-por-momento de vida dele, pecado depois de pecado, crime depois de crime, com abundância de detalhes. Ele alcança o último difamatório intencional: matar a esposa dele. O homem escuta Pe. Pio, que fala sobre o possível homicídio, que só ele conhecia na mente dele, de que nenhuma outra pessoa sabia. Esvaziando-se, mas finalmente livre, ele se lança aos pés do monge, o qual o abençoa.


Mas ainda não acabara. Ao término da confissão, Pe. Pio lhe falou: "Você desejou ter algumas crianças, não as quer ter? - "Bem, não ofenda a Deus mais e você terá uma criança!". Aquele homem voltara exatamente depois de um ano a Pe. Pio, totalmente convertido, e ele se tornou pai de uma criança que nasceu pela mesma esposa que ele quis matar.


O padre Guardião do convento de São Giovanni Rotondo contou: - "Certo dia, um comerciante de Pisa veio pedir ao Padre Pio para curar sua filha. O padre fixou-o e disse: "Tu estás mais doente que tua filha. Eu te vejo morto".

Paz e bem! Maria Cunha

Pe Pio - Leia a seguir como Pe Pio enfrentou a satanas por diversas vezes


ORAI E VIGIAI, É PRECISO LUTAR

O diabo existe e seu papel ativo não pertence ao passado e não pode ser reduzido ao espaço da fantasia popular. Na realidade, o diabo continua a induzir os homens ao pecado mesmo hoje. Por tal razão a atitude do discípulo de Cristo frente a Satanás tem que ser de vigilância e de luta e não de indiferença.

Na realidade a mentalidade de nosso tempo relegou a figura do diabo à mitologia e ao folclore. Baudelaire afirmava justamente que a obra-prima de Satanás, nos tempos modernos é induzir as pessoas a não acreditarem na sua existência. Conseqüentemente não é fácil imaginar que Satanás deu mostras da sua existência mesmo quando ele foi forçado a se expor para afrontar o Pe. Pio em “duros combates”. Tais batalhas eram brigas sangrentas, como foi escrito em muitas cartas que Pe. Pio enviava aos seus diretores espirituais.

UM DOS PRIMEIROS CONTATOS
Em 1906 aconteceu um dos primeiros contatos que Pe. Pio teve com o príncipe do mal. Pe. Pio tinha retornado ao convento de Sant'Elia de Pianisi. Uma noite de verão em que ele não conseguia dormir por causa do grande calor ouviu o barulho dos passos de alguém, que no quarto vizinho, caminhava para lá e para cá. "O pobre Anastasio não pode dormir como eu.", pensou Pe. Pio. "Quero chamá-lo, pois, pelo menos conversamos um pouco ".

Ele foi até a janela e chamou o confrade mas sua voz permaneceu presa na garganta: no parapeito da janela vizinha, um monstruoso cão se apoiava. Assim contava o próprio Pe. Pio: “Vi horrorizado entrar pela porta um enorme cão feroz de cuja boca saia muita fumaça. Eu caí de bruços na cama e ouvi o que ele dizia: “é este, é este!”. Ainda naquela posição vi a fera pular sobre o parapeito da janela e de lá lançar-se sobre o telhado da frente para em seguida desaparecer.

INVOCANDO O NOME DE JESUS
"O Diabo submeteu Padre Pio à tentações em todos os sentidos. Padre Agostino confirmou que o diabo apareceu a ele de diferentes formas: "O diabo apareceu como meninas jovens que dançavam nuas, em forma de crucifixo, como um jovem amigo dos monges, como o Pai Espiritual, como o Padre Provinciano, como Papa Pio X, como o Anjo da Guarda, como São Francisco e como Nossa Senhora.

O diabo também apareceu nas suas formas horríveis, com um exército de espíritos infernais. Às vezes não havia nenhuma aparição, mas Padre Pio estava ferido, ele era torturado com barulhos ensurdecedores, cuspiam nele, etc. Padre Pio teve sucesso, livrando-se destas agressões, ao invocar o nome de Jesus.

CARTAS DE PIO AOS DIRETORES
As lutas entre Padre Pio e Satanás ficaram mais duras quando Padre Pio livrou as almas possuídas pelo Diabo. Mais de uma vez, falou ao Padre Tarcísio de Cervinara que, antes de ser exorcizado, o Diabo gritava: "Padre Pio você nos dá mais preocupação que São Michael" e também: "Padre Pio, não aliene as almas de nós e nós não o molestaremos".

Vejamos como o Padre Pio descreveu nas cartas que enviou aos seus diretores espirituais, as agressões do Diabo.

CARTA A PADRE AGOSTINO - 1
Carta para Padre Agostino, de 18 de janeiro de 1912:

"... O Barba Azul não quer ser derrotado." Ele chegou a mim assumindo todas as formas. Durante vários dias, vem visitar-me com seus espíritos infernais armados com bastões de ferros e pedras. O pior é que eles vêm com os seus próprios semblantes. Várias vezes eles me tiraram da cama e me arrastaram pelo quarto. Mas Jesus, Nossa Senhora, o Anjo da Guarda, São José e São Francisco estão freqüentemente comigo."


(PADRE PIO DA PIETRELCINA: Epistolario I° (1910-1922) a cura di Melchiorre da Pobladura e Alessandro da Ripabottoni - Edizioni "Padre Pio da Pietrelcina" Convento S.Maria delle Grazie San Giovanni Rotondo - FG)

CARTA A PADRE AGOSTINO - 2
Carta para Padre Agostino 5 de novembro 1912:

"Querido Padre, esta é a segunda carta, graças a Deus, e segue o mesmo destino da anterior. Eu estou seguro que Padre Evangelista já o informou sobre a nova guerra que os apóstatas impuros estão fazendo contra mim. Meu Padre, eles não podem vencer minha constância. Eu lhe informo sobre as armadilhas que eles gostam de me induzir me privando de suas orientações. Eu encontro nas cartas meu único conforto; mas para glorificar Deus e confusão deles, eu os agüentarei.

Eu não posso explicar como eles estão me pegando. Às vezes eu penso que vou morrer. Sábado pensei que eles realmente queriam me matar, eu não sabia a que santo pedir ajuda; Eu me dirigi a meu Anjo da Guarda suplicando ajuda e depois de esperar longo tempo, finalmente ele voou ao redor de mim e com sua voz angelical cantou hinos a Deus.

Então uma dessas cenas habituais aconteceu; Eu ralhei severamente porque ele tinha me feito esperar tanto pela sua ajuda, apesar de que o tinha chamado urgentemente, e por castigo eu não quis olhar para sua face, eu queria que ele recebesse mais um castigo de mim e quis escapar, ele me localizou chorando e me levou, até que o vi, encarei fixamente e vi o que ele sentia."

(PADRE PIO DA PIETRELCINA: Epistolario I° (1910-1922) a cura di Melchiorre da Pobladura e Alessandro da Ripabottoni - Edizioni "Padre Pio da Pietrelcina" Convento S.Maria delle Grazie San Giovanni Rotondo - FG)

FONTE DO TEXTO ACIMA
http://padrepio.catholicwebservices.com/
PORTUGUES/Conhecimento_sobrenatural.htm

Paz e bem! Maria Cunha